“Mas nada foi tão teu, do que eu.”— Larissa Muniz.
“E só eu sei o quanto doeu ver a melhor coisa do mundo indo embora. Doeu um, dois dias. No terceiro, a melhor coisa do mundo virou a melhorzinha. Que virou a décima melhor. Que virou nada.”— Tati Bernardi.
“Às vezes parece que é melhor não falar. Nada. Sobre nada. Pra ninguém.”— Breaking Bad.
“Eu não tinha nenhum amigo na escola, nem queria. Sentia-me melhor estando sozinho. Sentava-me num banco e assistia aos outros nas suas brincadeiras e todos me pareciam um bando de idiotas.”— Charles Bukowski.
“Eu vou beijando cada pedaço ao alcance dos meus lábios, inspirado, pode ser a última vez. As coxas, a virilha, o umbigo, os seios, as axilas, a boca. A boca. Principalmente a boca. Como se eu quisesse imprimir à tinta as digitais dos meus lábios nos dela, para que ela nunca mais pudesse negar que eu estive por ali.”— Gabito Nunes.
“Porque o amor, assim como as plantas, quando mal cultivado costuma morrer.”— Marcos Filipe.
“É terapia… Ligar o som alto, deitar na cama e começar a pensar em tudo aquilo que não deu certo. E sorrir por tudo aquilo que ainda vai dar.”— João Pedro Bueno, Sabedorias.
“As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes.”— O Pequeno Príncipe.
““Eu sou daquelas pessoas inseguras que volta pra ver se fechou a torneira, se a porta está trancada, se o fogão está desligado. Eu sempre fui assim, sempre precisei reafirmar minhas certezas – então não me culpe se eu ficar perguntando se você ainda gosta de mim umas dez vezes ao dia.””— Caio Augusto Leite.



